Rama! Rama! Rama!
Sei que me tens em apreço
E agora que Te conheço
Simples torna-se o recomeço
Aquilo que foi esquecido
Permanecendo adormecido
Cobriu-se de espesso véu
De camadas sobrepostas
Lembrando um nevoeiro
E um barco sem timoneiro
Navegando à deriva
Ao sabor da própria sorte
E já conformado com a morte
Não encontrando saída
Entoa um louvor à vida
E no ensejo do canto
Compõe-se ao inusitado
Sem resistir ao chamado
Que a sua alma proclama
Rama! Rama! Rama!
Poetinha(Espírito)
"Nós"
"Tão grande Tu és, mas mesmo assim, habitas em mim."
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