( Minhas feridas estão sendo curadas, uma a uma,
- feridas da alma - )
Assim vejo a mente no processo do Santo Daime: um
arquivo com muitas pastas, e cada uma contendo um volume.
Nós somos esse arquivo, e o conteúdo dessas pastas é o
que carregamos conosco. E carregamos coisas que sabemos e
muitas que nem sequer imaginamos, e apesar de não lembrar,
estão lá, e pesam.
Muitas vezes, os caminhos trilhados sem rumo certo
acabam se estreitando, e a volta...
Carregamos culpas, ressentimentos, mágoas, dores que
machucam a alma, angústias, saudades, desafetos, enfim,
tudo isso que pensamos e acreditamos ser nosso. É nosso,
porém não precisa ser eterno. E é aí que entra o Santo Daime.
O Daime entra nos arquivos.
Lydia-Nós
(O que Eu sou é aquilo que transcende os cinco sentidos.
Este sim, é o verdadeiro Eu, ou o Eu Superior).
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