Canalizada em 13/05/12
Aruanda é a morada
Dos que se submeteram
À paz que um dia encontraram
Na guerra que foi travada
Desigual entre brancos e negros
Aos olhos dos que só enxergam
As aparências não justificadas.
Quem ficou e continua
Guerreando a causa insana
Desconhecendo suas origens
Enterra a justa medida
Na terra que foi cavada
Com suor e sofrimento
Até chegar o momento
Onde verão o infortúnio
Dosado em esquecimento
Ressurgir em tempo breve
Aquilo que não se escreve
Mas que escrito já se encontra
No Livro do Pai Eterno.
LYDIA-NÓS
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